“E, estando elas muito atemorizadas e abaixando o rosto para o chão, eles lhes disseram: Por que buscais o vivente entre os mortos? Não está aqui, mas ressuscitou.” (Lucas 24:5-6).
Sem dúvida alguma, uma das maiores notícias da história da humanidade foi a ressurreição de Jesus. E essa notícia não foi anunciada por um membro do sistema religioso da época, nem por um simpatizante da fé cristã, mas por um anjo.
É interessante destacar que nos dias de Jesus, a crença na ressurreição dos mortos não era consenso: os fariseus criam nela, já os saduceus a rejeitavam, e os gregos a ridicularizavam. Até mesmo os discípulos de Jesus se mostraram incrédulos e lentos em aceitá-la.
Quando ressuscitou dos mortos, o Senhor Jesus apresentou-se aos seus discípulos com provas incontestáveis, para que nenhum deles permanecesse em dúvida. Ele se revelou como o Messias prometido, e sua morte e ressurreição garantiram a vitória sobre a penalidade do pecado.
O apóstolo Paulo declara com firmeza: “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.
Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte.” (Leia Romanos 8:1–2).
Com isso, podemos acreditar que Jesus ressuscitado é a razão da nossa fé, a certeza para vivermos o presente e a esperança para aguardarmos a nossa plena redenção. A Sua ressurreição significa que, assim como Ele, também ressuscitaremos para a vida eterna. Fomos tirados do estado de pecado e conduzidos ao estado de graça, tornando-nos participantes da salvação.
Dessa forma, a ressurreição de Cristo é a garantia de que os crentes também ressuscitarão. Paulo afirma que, se Cristo não ressuscitou, então a nossa fé é vã (Leia 1 Coríntios 15:17). Mas Ele ressuscitou e, por isso, venceu definitivamente o império da morte, de modo que já não precisamos temê-la.
A ressurreição anuncia que o cristianismo não é apenas uma instituição ou um conjunto de crenças. O cristianismo é um organismo vivo, fundamentado em um Cristo vivo. Por isso, não precisamos temer a morte, porque Ele ressuscitou. Não precisamos temer a condenação, porque fomos justificados por Ele.
Acredite: a ressurreição é mais certa do que a própria morte. Sem ela, não há esperança, nem mesmo cristianismo. O caminho da nossa redenção pode ser marcado por sofrimentos, angústias e dores, mas, certamente, o seu fim será de glória e alegria, pois à semelhança de Jesus, também seremos participantes da vitória da ressurreição, o que nos impulsiona a viver com esperança e alegria, mesmo em meio às lutas que frequentemente enfrentamos.
Portanto, prossigamos firmes em nossa jornada de fé, no caminho da redenção que é Cristo, o nosso Salvador, pois Ele vive!