Chegamos ao fim de mais um ano, e 2025, com seus altos e baixos, nos deixou lições que merecem ser lembradas. Foi um ano de desafios, sim, mas também de amadurecimento, reencontros e recomeços. Entre promessas adiadas e orações atendidas, aprendemos a desacelerar, a olhar mais para dentro e a valorizar o que realmente importa: a fé, a família e as pequenas alegrias do cotidiano.
Cada estação trouxe um aprendizado, alguns leves como a brisa, outros intensos como a chuva, mas todos moldaram o nosso coração para viver com mais propósito. Agora, ao olhar para trás, percebemos que mesmo os dias difíceis carregaram sementes de crescimento.
Nesta edição, reunimos vozes que compartilham, com sinceridade e gratidão, o que 2025 ensinou a cada uma delas. Histórias reais de quem descobriu que, com Deus, até as curvas do caminho podem nos levar mais perto do destino certo.
“Em 2025, fui mãe pela segunda vez, um presente de Deus que chegou em meio a muitos desafios. Com duas filhas pequenas, precisei desacelerar e reorganizar a minha vida, por dentro e por fora. Aprendi a ser mais paciente comigo mesma, a confiar no cuidado de Deus e a encontrar beleza até nos dias difíceis. Foi um ano de fé e transformação, em que descobri que a força que vem do amor de mãe é silenciosa, mas poderosa. E percebi que, quando coloco tudo nas mãos de Deus, Ele me sustenta, mesmo nos dias em que acho que não vou conseguir”. (Daniella Borges de Lima Marques – 36 anos).
“Este ano, saí da minha zona de conforto e aprendi a ir além das minhas próprias possibilidades, movendo-me em fé. Descobri que quando dou um passo confiando em Deus, Ele sempre estende o chão”. (Ellen Cristiane Lima Gomes Pereira – 45 anos).
“2025 me ensinou a ver Deus não apenas como Aquele que realiza os meus pedidos, mas como o Pai que faz o que é melhor para mim, porque me conhece profundamente. Aprendi a confiar mais, a deixar o orgulho de lado, a ter paciência e a esperar com fé pela resposta de Deus em cada um dos meus projetos”. (Marielly das Graças Machado – 43 anos).
“O ano de 2025 me ensinou que só o Senhor tem poder sobre a vida e a morte, e que nada acontece sem o Seu aviso e permissão. Em julho de 2024, Deus me revelou que recolheria a minha mãe. Chorei, pedi misericórdia e vivi um luto em vida. Exatamente um ano depois, a promessa se cumpriu. Aprendi que confiar e descansar em Deus é o único caminho, mesmo quando não entendemos Seus planos. Hoje, descanso na certeza de que minha mãe está salva, e isso é a maior vitória que o Senhor poderia me conceder”. (Patrícia Severino de Oliveira Borges)
“Em 2025, vivi o versículo: “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.” Três anos e quarenta dias após entregar o meu primogênito ao Senhor, recebi o cumprimento da promessa: o nascimento do meu segundo filho, Tomás. A fidelidade de Deus transformou as minhas lágrimas em riso e renovou em mim a certeza de que Suas promessas nunca falham”. (Alcileny Alves de Novais – 31 anos).
“Em 2025, como psicóloga e pastora, vivi um ano de muito trabalho e muitas responsabilidades. No meio da correria, percebi que estava acelerando demais e dedicando pouco tempo ao essencial: a presença de Deus. Foi um tempo de reflexão e aprendizado, em que o Senhor me ensinou a desacelerar, a buscar mais intimidade com Ele e a entender que a verdadeira força e paz não vêm do excesso de trabalho, mas da comunhão com a Sua presença”. (Cinthya Thatiana M. F de Morais – 44 anos).
“Em 2025, aprendi que nem todos que caminham conosco permanecerão até o fim. Algumas pessoas se afastaram, outras simplesmente desapareceram sem explicação. Mesmo diante das ausências e da dor, decidi continuar fazendo o bem, sem permitir que o meu coração se tornasse duro. Entendi que o valor das minhas ações não está no reconhecimento dos outros, mas na pureza da minha fé. Permaneci firme, com os olhos voltados para o Senhor, e descobri que é n’Ele que encontro força, paz e amor para seguir, independentemente das circunstâncias”. (Igor Fernando Ribeiro de Morais – 43 anos).
“Em 2025, eu esperava um período de descanso por estar em licença-prêmio, mas Deus me mostrou que Seus planos vão além dos meus. Fui convidada a assumir mais uma turma nos cursos para mulheres da UDF, passando de sete para quatorze alunas. Foi desafiador, mas o versículo de Lucas 9:62 me lembrava que quem põe a mão no arado não pode olhar para trás. Agora, finalizando o ano, vejo que nenhuma mulher desistiu e muitas foram curadas. Aprendi que quando Deus chama, Ele capacita, sustenta e envia recursos. Louvo ao Senhor por Seu amor e fidelidade.” (Maria Aparecida Santana Gomes)