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Que diferença faço eu?

Eu li em algum lugar alguma vez que experiência não é aquilo que nos acontece, mas aquilo que fazemos com o que nos acontece. Sabe-se que as pessoas podem ser meramente reativas, quando simplesmente reagem aos estímulos que são dados pelas circunstâncias, outras são ativas, mas muitas vezes agem por impulso de forma tempestiva e às vezes inconsequentes, ou são simplesmente passivas, indiferentes, apáticas.

Recentemente desenvolveu-se o conceito de proatividade, que é quando a pessoa se antecipa aos obstáculos, não apenas reagindo, mas intervindo nas situações, apresentando uma atitude criativa entre o estímulo e a resposta. No livro “E se Jesus não tivesse nascido? ”, James Kennedy lança um olhar sobre como seria o mundo e os dois últimos milênios sem a influência de Jesus Cristo, apresentando fatos históricos instigantes e mostrando uma enorme variedade de conquistas da humanidade nas mais diversas áreas. Uma vez que dividiu a história, muitas destas mudanças provavelmente jamais teriam ocorrido caso Ele não tivesse vivido entre nós.

Estas abstrações de pensamento me levam a fazer uma autoanálise e me perguntar sobre que diferença fiz até agora, continuo fazendo ou ainda farei na minha zona de influência no mundo. Quando chegamos à maturidade, às vezes pensamos na iminência de nossa passagem para a eternidade e desejamos aproveitar o tempo que nos resta para deixar um legado, se ainda não o fizemos.

Dissertando sobre o potencial humano, Myles Monroe dizia que o lugar mais rico do mundo é o cemitério por abrigar os grandes projetos que nunca se realizaram ou os grandes sonhos que nunca se tornaram realidade. Dizia ainda que uma floresta inteira cabe em uma única semente. Se ponderações como estas não nos constrangem e impulsionam a tomar iniciativas e tentar produzir algo notável ou causar algum tipo de impacto positivo na realidade que nos cerca, talvez devêssemos questionar nossa passividade e inércia nessa vida, não acha?

Obviamente as pessoas são diferentes umas das outras e ninguém pode ser supervalorizado por ser proativo, nem inferiorizado por ser passivo, mas se realmente queremos fazer a diferença de algum modo, temos que transpor os impasses impostos pelas nossas limitações pessoais e deixarmos a nossa marca, isto é, não nos permitir passarmos pela vida em brancas nuvens.

Não basta plantar uma árvore e escrever um livro…tudo que fizermos precisa estar carregado de significado, de senso de propósito e ser capaz de multiplicar nossa “boa” influência no mundo, vida afora. Se o tempo, as habilidades, os talentos, a inteligência e a saúde que Deus tem me dado não têm sido administrados de forma a promover algum tipo de impacto positivo sobre mim mesmo, sobre meus semelhantes e sobre o ambiente que me cerca, como poderia dizer que faço alguma diferença? Ainda quando sou reativo ou passivo…existe excelência e significância no que minimamente faço?

Fugir destas perguntas é optar pelo caminho do ostracismo, do comodismo e, na pior das hipóteses, do egoísmo. Jesus Cristo mudou a história e o cristianismo se tornou a densa floresta chamada Igreja que se espalhou pelo mundo, transformando vidas. Somos colheitas de Deus através da semente chamada Jesus e precisamos replicar e multiplicar Sua influência. Um dia, o mundo precisa reconhecer que nossa passagem por aqui não foi apenas estatística, mas bênção!

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